O que são fios de sustentação no rosto?
Fios de sustentação no rosto: o que são, como funcionam e quando considerar
Fios de sustentação no rosto são fios absorvíveis inseridos na subderme para promover um efeito de suporte na pele e estimular a produção de colágeno.
Na dermatologia estética, eles são utilizados para ajudar no manejo da flacidez facial leve a moderada, sempre após avaliação individual e sem substituir procedimentos cirúrgicos quando estes forem mais indicados.
Na prática, o termo fios de sustentação costuma ser usado para descrever técnicas que utilizam fios implantados abaixo da pele com dois objetivos complementares.
O primeiro é a sustentação mecânica inicial, relacionada ao posicionamento do fio no tecido.
O segundo é a bioestimulação, ou seja, a resposta gradual da pele ao material, com estímulo à formação de colágeno ao longo do processo de absorção.
Entre os materiais utilizados, destacam-se os Fios de PDO, feitos de Polidioxanona, uma substância absorvível conhecida no meio cirúrgico.
No contexto estético, esses fios são aplicados na subderme, camada localizada abaixo da superfície da pele, onde podem contribuir para melhora de firmeza e suporte em áreas selecionadas do rosto.
Isso ajuda a explicar por que o procedimento não deve ser entendido como uma plástica facial, mas como uma abordagem minimamente invasiva que combina reposicionamento, sustentação e estímulo biológico.
A diferença é importante: a sustentação mecânica pode ser percebida de forma mais imediata em alguns casos, enquanto o estímulo de colágeno tende a ocorrer de maneira progressiva.
Como a resposta da pele varia conforme idade, grau de flacidez, espessura cutânea, anatomia facial e objetivos do paciente, a indicação precisa ser feita por profissional habilitado.
Esse tema costuma ser pesquisado por pessoas que desejam entender:
- se os fios de sustentação podem ajudar na flacidez facial;
- qual é a relação entre Fios de PDO, Polidioxanona e colágeno;
- se o procedimento é uma alternativa não cirúrgica para melhorar contornos do rosto;
- quais cuidados de segurança devem ser considerados antes da aplicação;
- quando vale conversar com um dermatologista sobre opções para firmeza da pele.
A clínica da Dr. Karolline Figueiredo Saúde e Beleza atua com dermatologia clínica e estética em São Paulo, com foco em cuidados relacionados à saúde da pele, cabelo e unhas.
No caso dos fios de sustentação, a avaliação dermatológica é essencial para definir se a técnica faz sentido para o quadro individual, quais áreas poderiam ser consideradas e quais expectativas são realistas.
Se você está avaliando fios de sustentação no rosto, o passo mais seguro é buscar uma consulta para análise personalizada da pele, da flacidez facial e dos objetivos estéticos, evitando decisões baseadas apenas em tendências ou resultados vistos em outras pessoas.
Como os Fios de PDO funcionam na pele
Os Fios de PDO funcionam por uma combinação de dois mecanismos: a sustentação física inicial dos tecidos e o estímulo gradual de colágeno natural na região tratada.
Eles são compostos 100% por Polidioxanona, um material absorvível conhecido no meio cirúrgico, especialmente pelo uso em suturas, e aplicado na dermatologia estética com o objetivo de oferecer suporte à pele sem permanecer de forma definitiva no organismo.
Na prática, os fios são inseridos na subderme, camada localizada abaixo da superfície da pele, por meio de microagulhas ou cânulas.
Essa escolha técnica depende da área tratada, da anatomia facial, do grau de flacidez e do planejamento feito durante a avaliação clínica.
Por isso, o procedimento não deve ser entendido como uma aplicação padronizada: o mesmo tipo de fio pode ter finalidades diferentes conforme o rosto, a espessura da pele e o objetivo estético de cada paciente.
O primeiro efeito esperado é mecânico.
Ao serem posicionados sob a pele, os fios podem ajudar no reposicionamento de tecidos com flacidez leve a moderada, contribuindo para uma aparência de maior sustentação facial.
Esse efeito, porém, não deve ser confundido com cirurgia plástica: os Fios de PDO não removem excesso de pele nem substituem procedimentos cirúrgicos quando há flacidez importante.
A proposta é menos invasiva e depende de indicação criteriosa.
O segundo efeito é biológico.
Como a Polidioxanona é absorvível, o fio não fica permanentemente na pele.
Durante o processo de absorção, ocorre uma resposta tecidual que favorece a formação de colágeno natural ao redor da região onde o fio foi colocado.
É essa combinação entre suporte inicial e bioestimulação que diferencia os Fios de PDO de técnicas que atuam apenas como preenchedores ou apenas como estimuladores de colágeno.
De forma simplificada, o funcionamento pode ser entendido em etapas:
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Avaliação facial
O profissional avalia anatomia, qualidade da pele, grau de flacidez, áreas de queda e objetivos do paciente.Essa etapa é essencial para definir se há indicação e qual abordagem faz sentido.
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Planejamento da aplicação
A área a ser tratada e o tipo de fio são escolhidos conforme a necessidade de sustentação, reposicionamento ou estímulo de colágeno.O planejamento também considera regiões delicadas e a segurança do trajeto de inserção.
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Inserção na subderme
Os fios são introduzidos por microagulhas ou cânulas, conforme o contexto do procedimento.A aplicação é realizada em consultório e pode envolver anestesia local, com foco em conforto e segurança.
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Resposta da pele
Após a colocação, os fios atuam como suporte e, com o passar do tempo, são absorvidos.Nesse processo, a pele tende a responder com produção de colágeno natural, o que pode contribuir para firmeza e melhora progressiva da qualidade tecidual.
- Fios de PDO são feitos de Polidioxanona, material absorvível usado em suturas.
- Eles são inseridos na subderme com microagulhas ou cânulas.
- A técnica combina sustentação facial e estímulo de colágeno natural.
- O fio não é permanente: ele é absorvido pelo organismo.
- A indicação depende de avaliação clínica, anatomia facial e grau de flacidez.
- Os resultados e a resposta da pele variam de pessoa para pessoa.
Na clínica da Dr. Karolline Figueiredo Saúde e Beleza, que atua com dermatologia clínica e estética em São Paulo, o tema é conduzido dentro de uma lógica de cuidado dermatológico, com atenção à segurança, ao conforto durante as consultas e à individualização da conduta.
Para quem considera fios de sustentação, a avaliação presencial é o momento mais importante para entender se os Fios de PDO são realmente adequados ao caso e quais expectativas são realistas.
Tipos de fios: lisos, espiculados e em parafuso
Nem todo fio de sustentação tem a mesma função.
Dentro dos Fios de PDO, a escolha entre fios lisos, fios espiculados e fios em forma de parafuso muda a lógica do tratamento: alguns são mais associados à formação de uma malha de colágeno, enquanto outros têm papel mais voltado ao reposicionamento facial.
Essa diferença é importante porque os fios de sustentação no rosto não devem ser entendidos como uma técnica única aplicada da mesma forma para todos os pacientes.
O planejamento depende da anatomia facial, do grau de flacidez, da qualidade da pele e do objetivo estético discutido em avaliação profissional.
| Tipo de fio | Função principal | Observação de avaliação médica |
|---|---|---|
| Fios lisos | Formam uma malha sob a pele que tende a ser substituída gradativamente por colágeno natural. | A indicação deve considerar a qualidade da pele, a região tratada e o objetivo de bioestimulação. |
| Fios espiculados | Possuem pequenas garras que ajudam a puxar e reposicionar a pele caída. | Costumam ser avaliados quando há necessidade de sustentação mecânica e reposicionamento facial, sempre conforme o grau de flacidez. |
| Fios em parafuso | Fazem parte da versatilidade dos Fios de PDO e ampliam as possibilidades técnicas do procedimento. | A escolha deve ser individualizada, sem presumir que esse formato seja adequado para todos os casos. |
Os fios lisos são frequentemente descritos pela capacidade de criar uma estrutura em malha na subderme.
Com o passar do tempo, essa estrutura tende a ser gradativamente substituída por colágeno natural, o que conecta o procedimento ao conceito de bioestimulação.
Nesse caso, o foco não é apenas tracionar a pele, mas favorecer uma resposta tecidual progressiva.
Já os fios espiculados têm uma proposta diferente.
Por apresentarem pequenas garras, eles podem auxiliar no movimento de puxar e reposicionar áreas com queda facial.
Por isso, são associados à sustentação e ao reposicionamento, mas a indicação precisa ser criteriosa: flacidez leve, flacidez moderada, espessura da pele e harmonia do contorno facial influenciam diretamente a decisão.
Os fios em forma de parafuso também integram as opções dos Fios de PDO, mas sua escolha não deve ser feita apenas pelo formato.
O mais importante é entender que cada desenho de fio oferece uma possibilidade técnica dentro de um plano maior, definido após avaliação dermatológica.
Em termos práticos, a melhor comparação não é entre fio melhor e fio pior, mas entre funções diferentes.
Um fio pode ser escolhido para estimular colágeno, outro para contribuir com reposicionamento, e outro para compor uma estratégia personalizada.
Por isso, a avaliação por profissional habilitado é essencial para definir se o procedimento faz sentido, qual tipo de fio pode ser considerado e em quais regiões ele pode ser aplicado com segurança.
Principais benefícios esperados dos fios de sustentação
Os fios de sustentação podem contribuir para melhora da firmeza e do contorno facial quando bem indicados, especialmente em quadros de flacidez leve a moderada.
Na prática, o benefício não deve ser entendido apenas como um efeito tensor imediato: os Fios de PDO combinam uma ação de sustentação mecânica inicial com a bioestimulação de colágeno, que ocorre de forma gradual conforme a pele responde ao material absorvível.
Isso significa que os fios de sustentação no rosto podem ser considerados dentro de um plano dermatológico individualizado, e não como uma solução padronizada para todos os tipos de face.
A indicação depende de fatores como anatomia facial, qualidade da pele, grau de flacidez, espessura cutânea, expectativas do paciente e áreas que precisam de reposicionamento ou melhora de firmeza.
Principais benefícios que podem ser buscados com os fios de sustentação:
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Elevação das sobrancelhas: em alguns casos, os fios podem contribuir para um aspecto mais elevado na região das sobrancelhas, incluindo propostas estéticas como o chamado Fox Eyes.
A indicação precisa considerar a posição natural da sobrancelha, a força da musculatura local e a harmonia com o restante da face.
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Reposicionamento das bochechas: quando há queda facial leve a moderada, os fios espiculados podem ajudar no reposicionamento de tecidos, favorecendo uma aparência de contorno mais definido nas bochechas.
Esse benefício costuma ser mais interessante quando a flacidez ainda não é acentuada.
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Melhora do aspecto de buldogue: a queda dos tecidos na região inferior da face pode formar um acúmulo próximo à linha da mandíbula, popularmente associado ao aspecto de buldogue.
Os fios podem ser indicados para auxiliar na sustentação e no redesenho dessa região, sempre de acordo com a avaliação clínica.
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Mais firmeza em pele fina: os Fios de PDO também podem ter papel bioestimulador, favorecendo a formação gradual de colágeno natural.
Por isso, podem ser considerados em áreas de pele mais fina quando o objetivo é melhorar a firmeza, desde que a região seja adequada para aplicação.
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Suavização de rugas no pescoço: em determinadas situações, os fios podem contribuir para melhora visual da firmeza e da textura em regiões como o pescoço.
A resposta varia conforme a qualidade da pele, o padrão de envelhecimento e o grau de flacidez.
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Apoio em áreas delicadas como pálpebras e glabela: a versatilidade dos Fios de PDO permite aplicação em áreas desafiadoras, como pálpebras e glabela, quando houver indicação adequada.
Por serem regiões sensíveis, exigem planejamento técnico cuidadoso e conhecimento anatômico.
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Melhora global do contorno facial: quando o procedimento é bem planejado, pode ajudar a valorizar linhas naturais da face, como bochechas, mandíbula e transição entre rosto e pescoço.
O objetivo não é transformar a fisionomia, mas buscar sustentação e equilíbrio dentro das características individuais.
Um ponto importante é que o resultado esperado não depende apenas do fio em si.
A técnica, o tipo de fio escolhido, a resposta biológica ao estímulo de colágeno e o grau de flacidez influenciam diretamente a percepção de melhora.
Por isso, duas pessoas com a mesma queixa podem receber planejamentos diferentes.
Na clínica da Dr. Karolline Figueiredo Saúde e Beleza, a estética é compreendida como parte do cuidado dermatológico, com foco na saúde da pele, cabelo e unhas.
Esse olhar é relevante porque procedimentos como os fios de sustentação envolvem não apenas desejo estético, mas também avaliação da pele, segurança em consultório e alinhamento de expectativas.
Alerta importante: fios de sustentação não devem ser apresentados como expectativa de rejuvenescimento favorecer, substituto direto de cirurgia plástica ou solução definitiva para flacidez intensa.
Eles podem melhorar firmeza, sustentação e contorno em pacientes selecionados, mas os resultados são individuais e precisam ser discutidos com profissional habilitado durante a avaliação.
Para quem o procedimento pode ser indicado
Os fios de sustentação podem ser considerados por pessoas que apresentam sinais de flacidez leve a moderada, queda facial inicial, excesso de pele abaixo dos olhos ou desejo de aprimorar o contorno do rosto sem recorrer, em um primeiro momento, a uma abordagem cirúrgica.
A indicação, no entanto, não depende apenas da vontade estética: ela precisa ser confirmada em avaliação dermatológica, considerando a anatomia facial, a qualidade da pele, os objetivos do paciente e as condições gerais de saúde.
De forma geral, os Fios de PDO costumam ser buscados por pacientes que percebem perda de firmeza, mudança no desenho facial ou início de queda em regiões como bochechas, mandíbula e área abaixo dos olhos.
Nesses casos, o procedimento pode ser discutido como uma alternativa minimamente invasiva, realizada em consultório, para combinar sustentação e estímulo de colágeno.
Isso não significa que ele substitua uma cirurgia plástica, nem que ofereça o mesmo tipo de resultado: a proposta é diferente e deve ser alinhada com expectativas realistas.
Um ponto importante é separar desejo estético de indicação clínica.
Uma pessoa pode desejar melhorar o contorno facial, elevar discretamente áreas com queda ou suavizar sinais de flacidez, mas a elegibilidade para os fios depende de fatores avaliados presencialmente.
A espessura da pele, o grau de flacidez, a distribuição dos tecidos, o histórico de saúde e o resultado esperado influenciam diretamente a decisão sobre usar ou não essa técnica, qual tipo de fio considerar e em quais áreas ele faria sentido.
Checklist educativo: pode fazer sentido conversar com um dermatologista sobre fios de sustentação se você:
- percebe flacidez leve ou moderada no rosto;
- nota queda facial inicial, especialmente em bochechas ou região do contorno;
- sente que o rosto perdeu definição, mas ainda busca uma opção não cirúrgica;
- tem excesso de pele abaixo dos olhos e deseja entender se há indicação para tratamento;
- procura melhorar o contorno do rosto com uma técnica que envolva sustentação e bioestimulação;
- entende que os resultados variam de pessoa para pessoa;
- está disposto a passar por avaliação individual antes de decidir pelo procedimento.
Na prática, os fios são mais bem indicados quando existe compatibilidade entre a queixa do paciente e o que a técnica pode oferecer.
Em alguns casos, a expectativa pode estar acima do potencial do procedimento; em outros, a pele e a estrutura facial podem favorecer uma indicação mais conservadora.
Por isso, a consulta não serve apenas para confirmar o interesse, mas para definir se a técnica é adequada, segura e coerente com o objetivo estético.
A clínica da Dr. Karolline Figueiredo Saúde e Beleza atua com dermatologia clínica e estética em São Paulo e atende um público amplo e diversificado em cuidados de pele, cabelo e unhas, incluindo homens, mulheres e crianças em dermatologia.
No contexto dos Fios de PDO, por se tratar de um procedimento estético, a avaliação deve ser individualizada e direcionada ao perfil adequado de paciente, sem generalizar a indicação.
Se você se identifica com flacidez leve a moderada, queda facial ou desejo de melhorar o contorno do rosto, o próximo passo mais seguro é conversar com um profissional habilitado.
A avaliação presencial ajuda a transformar uma dúvida estética em uma decisão clínica responsável, com orientação personalizada e expectativas alinhadas.
Em quais áreas do rosto os fios podem ser aplicados
Os fios de sustentação no rosto podem ser planejados para diferentes regiões da face, sempre conforme a anatomia, o grau de flacidez, a espessura da pele e o objetivo estético de cada paciente.
A ideia não é aplicar fios de forma padronizada, mas escolher pontos estratégicos para favorecer sustentação, reposicionamento facial e estímulo de colágeno com segurança.
Na prática, os Fios de PDO podem ser considerados em áreas como sobrancelhas, bochechas, região abaixo dos olhos, pálpebras, glabela, pescoço e contorno mandibular, incluindo regiões associadas ao chamado aspecto de buldogue.
Como algumas dessas áreas são delicadas, a indicação exige conhecimento anatômico, avaliação dermatológica individual e técnica adequada em consultório.
Mapa textual das principais regiões
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Sobrancelhas: podem ser avaliadas quando o objetivo é contribuir para uma elevação sutil da cauda da sobrancelha, incluindo propostas estéticas como o efeito Fox Eyes.
A cautela aqui está em preservar naturalidade, simetria e harmonia com o restante da face.
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Bochechas: podem ser trabalhadas quando há queda facial leve a moderada e desejo de reposicionamento da região malar.
Nessa área, o planejamento considera o volume facial, o contorno do rosto e a direção da sustentação desejada.
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Região abaixo dos olhos: pode ser uma área de interesse em pacientes com excesso de pele abaixo dos olhos, conforme avaliação profissional.
Por ser uma região de pele mais fina e anatomia sensível, a indicação deve ser criteriosa.
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Pálpebras: estão entre as áreas desafiadoras em que a aplicação flexível dos Fios de PDO pode ser considerada, de acordo com o contexto informado do procedimento.
Justamente por envolver pele fina e estruturas delicadas, essa região exige técnica segura e avaliação individualizada.
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Glabela: a região entre as sobrancelhas também é citada como uma área em que a aplicação pode ser flexível.
Como fica próxima a estruturas importantes da face, não deve ser tratada como uma aplicação simples ou automática.
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Mandíbula e contorno facial: em áreas associadas ao aspecto de buldogue, os fios podem contribuir para melhorar a percepção de queda e perda de definição do contorno.
O objetivo costuma ser favorecer sustentação e reposicionamento, sem expectativa equivalência com cirurgia plástica.
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Pescoço: pode ser avaliado quando há rugas ou perda de firmeza na região.
Como a pele do pescoço tende a ser mais fina, o plano precisa considerar textura, flacidez e expectativa realista de melhora.
Por que a área escolhida muda o planejamento?
Cada região da face responde de maneira diferente porque a pele, a profundidade dos tecidos, os vetores de tração e a intensidade da flacidez variam muito.
Por isso, a escolha entre fios lisos, espiculados ou em parafuso não deve ser feita apenas pelo nome do procedimento, mas pela função desejada: formar uma malha de estímulo de colágeno, auxiliar no reposicionamento da pele ou combinar estratégias dentro de um plano dermatológico.
Na clínica da Dr. Karolline Figueiredo Saúde e Beleza, que atua com dermatologia clínica e estética em São Paulo, o foco informado é unir cuidado com a saúde da pele, segurança e conforto durante as consultas.
Em procedimentos como os Fios de PDO, isso é especialmente importante porque regiões como pálpebras e glabela exigem indicação técnica, conhecimento anatômico e personalização.
A avaliação profissional é o que diferencia uma indicação bem planejada de uma aplicação genérica.
Como é feita a aplicação em consultório
A aplicação dos Fios de PDO é realizada em consultório, com anestesia local e inserção dos fios na subderme por meio de microagulhas ou cânulas.
Na prática, o paciente deve entender o procedimento como um planejamento dermatológico personalizado: antes de qualquer aplicação, o profissional avalia a anatomia facial, o grau de flacidez, a qualidade da pele e o objetivo estético desejado.
Na clínica da Dr. Karolline Figueiredo Saúde e Beleza, que atua com dermatologia clínica e estética em São Paulo, o cuidado é apresentado com foco em segurança, conforto durante as consultas e alinhamento entre expectativa e indicação técnica.
Isso é importante porque os Fios de PDO não devem ser tratados como uma solução padronizada para todos os rostos: a escolha da área, do tipo de fio e da estratégia de aplicação depende de avaliação individual.
De forma educativa, o fluxo pode ser entendido em quatro fases gerais:
- Avaliação dermatológica
A primeira etapa é a avaliação.
Nesse momento, o profissional observa características como flacidez facial, queda de tecidos, contorno do rosto, espessura da pele e regiões que podem se beneficiar de sustentação ou bioestimulação.
Também é nessa fase que se conversa sobre expectativas realistas, já que o procedimento pode contribuir para sustentação e estímulo de colágeno, mas não substitui uma cirurgia plástica quando há indicação cirúrgica.
Essa avaliação é essencial para definir se os Fios de PDO fazem sentido para o caso, quais áreas podem ser abordadas e se há necessidade de combinar ou não outras estratégias dermatológicas.
A decisão não deve partir apenas do incômodo estético percebido pelo paciente, mas da compatibilidade entre objetivo, anatomia e segurança.
- Planejamento facial
Depois da avaliação, vem o planejamento.
O rosto não é analisado como partes isoladas, mas como um conjunto de estruturas que precisam manter harmonia, proporção e naturalidade.
Por isso, o planejamento considera onde o fio será inserido, qual direção de sustentação faz sentido e qual tipo de fio pode ser mais adequado conforme a finalidade pretendida.
Essa etapa também ajuda a evitar abordagens excessivas ou pouco individualizadas.
Em regiões delicadas, como pálpebras, glabela e áreas de pele mais fina, o planejamento técnico é ainda mais relevante, pois exige conhecimento anatômico e indicação criteriosa.
- Anestesia local e preparo para conforto
O procedimento é feito com anestesia local, o que contribui para uma experiência mais confortável em consultório.
A anestesia não transforma o procedimento em algo banal ou isento de cuidado técnico, mas ajuda a reduzir desconfortos durante a inserção dos fios.
O foco em conforto deve caminhar junto com segurança.
Por isso, a aplicação precisa ser conduzida por profissional habilitado, em ambiente adequado e com seleção criteriosa das áreas tratadas.
O paciente também deve receber orientações individualizadas de acordo com sua avaliação, sem depender de informações genéricas da internet como substituto da consulta.
- Inserção dos fios por microagulhas ou cânulas
Na fase de aplicação, os Fios de PDO são introduzidos na subderme com microagulhas ou cânulas.
A subderme é a camada onde os fios podem atuar promovendo sustentação inicial e estimulando a formação de colágeno ao longo do tempo.
A escolha entre microagulha ou cânula, assim como o tipo de fio utilizado, depende do planejamento profissional.
O ponto central é que a aplicação não é apenas colocar fios na pele.
Ela envolve avaliação anatômica, definição de vetores, seleção do material adequado e cuidado com áreas sensíveis.
Por isso, embora seja um procedimento realizado em consultório, ele exige técnica, experiência e indicação correta.
A melhor forma de saber se o procedimento é adequado é passar por uma avaliação individual com profissional habilitado, especialmente quando o objetivo é melhorar flacidez, contorno facial ou sustentação sem recorrer diretamente a uma abordagem cirúrgica.
Fios de PDO são absorvíveis? O que acontece depois
Resposta curta: sim.
Os Fios de PDO são absorvíveis porque são feitos de Polidioxanona, um material utilizado em fios de sutura absorvíveis.
Conforme as informações do procedimento, o material é completamente absorvido em cerca de seis a oito meses e, nesse processo, deixa colágeno no local tratado.
Isso é importante porque os fios de sustentação no rosto não devem ser entendidos como uma estrutura permanente dentro da pele.
A proposta combina dois efeitos: uma sustentação inicial relacionada ao posicionamento dos fios na subderme e uma resposta biológica gradual, associada à biostimulação de colágeno e à remodelação tecidual.
Durante a absorção, a Polidioxanona vai sendo degradada pelo organismo.
Ao mesmo tempo, a presença do fio na subderme pode estimular a formação de colágeno natural ao redor da área tratada.
Por isso, a absorção do fio não significa, necessariamente, que todo o efeito percebido desaparece no mesmo momento em que o material é reabsorvido.
Ainda assim, é essencial diferenciar um dado do produto de uma expectativa estética individual.
O dado informado é que o material é absorvido em seis a oito meses e deixa colágeno no local.
Já a longevidade da melhora visual, a intensidade da firmeza e a necessidade de manutenção podem variar conforme fatores como grau de flacidez, qualidade da pele, região tratada, tipo de fio utilizado e resposta individual de cada organismo.
Em termos práticos, depois da aplicação, o paciente passa por um período em que a sustentação mecânica e o estímulo de colágeno podem atuar em conjunto.
Com o passar dos meses, o fio deixa de permanecer como material físico, mas a pele pode continuar apresentando resposta relacionada ao colágeno formado no processo.
Essa é uma das razões pelas quais os Fios de PDO são descritos como uma técnica que une sustentação e biostimulação.
Na clínica da Dr. Karolline Figueiredo Saúde e Beleza, o procedimento é apresentado com uso de material 100% seguro, conforme as informações do produto, e com foco em atendimento dermatológico voltado à segurança e ao conforto do paciente.
Como em qualquer procedimento estético, a avaliação individual por profissional habilitado é indispensável para entender se a técnica faz sentido para o caso, quais áreas podem ser tratadas e quais expectativas são realistas.
- Os Fios de PDO são absorvíveis.
- O material é composto por Polidioxanona.
- A absorção ocorre em aproximadamente seis a oito meses, conforme o contexto do procedimento.
- O fio é reabsorvido, mas pode deixar colágeno no local.
- O resultado estético não deve ser expectativa como fixo ou igual para todos.
- A avaliação clínica é o caminho mais seguro para definir indicação, planejamento e expectativa.
Converse sobre fios de sustentação no rosto
Entre em contato com a equipe da Dr. Karolline Figueiredo Saúde e Beleza para esclarecer dúvidas e solicitar uma avaliação individual do seu caso.
A equipe pode explicar como a avaliação é organizada e quais cuidados podem ser considerados para fios de sustentação no rosto, de acordo com as características e necessidades apresentadas.